quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Coelhos

Coelhos
CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA:

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Classe: Mammalia
Ordem: Lagomorpha
Família: Leporidae


INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
Os coelhos são animais mamíferos
Podemos encontrar esta espécie animal em várias regiões do mundo
São herbívoros, ou seja, alimentam-se de folhas, caules, raízes e alguns tipos de grãos
Um coelho saudável, em boas condições de vida, pode viver entre 5 e 10 anos
Uma fêmea, em fase reprodutiva, pode dar de 3 a 6 ninhadas por ano. Em cada ninhada podem nascer de 3 a 12 filhotes.
Nas matas e florestas, vivem em buracos ou em tocos de árvores
Os coelhos que vivem nas matas (coelho selvagem) tem hábitos noturnos. Para fugir de seus predadores, procuram alimentos dutante a noite. Já os coelhos domésticos possuem hábitos noturnos e diurnos

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS
:
Comprimento: varia de acordo com o gênero (raça) do animal
Gestação: 30 a 40 dias
Cor: diversificada, porém as mais comuns são preto, branco, malhado, amarelado e acastanhado
Peso: varia de acordo com a raça ( de 2 kg até 9 kg). A maioria das raças tem por volta de 3 a 4 kilos na fase adulta
E os Mini Coelhos (Fuzzy Lop Mini Lion Lion Head e Netherland varia de 1.3kg há 2kg)

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Brucelose Canina

brucelose é uma doença que acomete cães e tem o contato sexual como principal via de transmissão. A ocorrência de aborto e infertilidade são os sintomas mais comuns. É causada por bactérias do gênero Brucella que podem infectar o cão, mas o principal agente é a B. canis. Os cachorros são os principais hospedeiros desta bactéria.
Além do sêmen infectado, as vias de transmissão podem ser: a ingestão ou inalação de aerossóis provenientes de material abortado (feto e placenta), secreções de abortos, urina e materiais contaminados. A porta de entrada mais importante do agente parece ser a mucosa oral, entretanto, é sabido que a infecção pode ocorrer através da mucosa nasal, conjuntival (interior das pálpebras) e genital, pele lesada e por meio da placenta.
Nas fêmeas, os principais sintomas são: morte embrionária precoce, aborto no terço final da gestação, altas taxas de natimortalidade (fetos expelidos mortos no momento do parto).
Os machos podem apresentar infertilidade, epididimite, orquite e dermatite escrotal (todas elas inflamações no aparelho reprodutor) como consequência de alterações no sêmen. Também existem relatos de sintomas de uveíte (inflamação intraocular), disco espondilite (alterações nas vértebras), meningite (inflamação nas meninges), glomerulonefrite (infecção nos rins) e dermatite pio granulomatosa (infecção da pele).
O diagnóstico baseia-se no histórico clínico do animal, acompanhado de sorologia (exame específico no soro sanguíneo). O procedimento que confirma a presença da Brucella, uma vez o animal sendo soropositivo (teste sorológico positivo para brucelose), é o isolamento desse agente em secreções orgânicas ou tecidos.
O tratamento pode ser realizado mediante a utilização de antibióticos indicados especificamente para a doença. Sempre deve ser lembrado que a brucelose é uma zoonose, portanto pode ser transmitida para seres humanos.
O primeiro passo para a prevenção e controle da doença é confirmar a presença da Brucella nos animais do canil ou em seu cão ou cadela. Sempre que houver cruzamento, antes dele acontecer, os dois cães devem ser testados para brucelose. Só devem acasalar se ambos tiverem resultado do exame sorológico negativo. Isso garante que os animais não sejam infectados durante o acasalamento.
Quando um cão for identificado como positivo no teste sorológico, ele deve ser isolado e tratado até que a infecção seja eliminada. Para tal, devem ser realizados testes a cada quatro meses. A identificação e eliminação dos animais positivos é o único método eficiente de prevenção e controle em canis, pois medidas sanitárias e antibioticoterapia não evitam a transmissão para animais não infectados.
Caso você opte por tratar um animal soropositivo para brucelose, ele deve ser isolado dos demais durante o tratamento até ser soronegativo (teste sorológico negativo). Consulte seu médico veterinário para saber quais os cuidados e riscos. Não se esqueça que a brucelose pode passar para os seres humanos.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Como cuidar de um Filhote Canino? O que Fazer com o Filhote?


COMO CUIDAR DE UM FILHOTE CANINO!
Seu filhote acabou de deixar para trás tudo o que lhe era familiar sua mãe, irmãos e irmãs da mesma ninhada, além do ambiente onde nasceu. Acomode-o em um lugar calmo e deixe-o explorar o restante de sua nova casa gradativamente com o passar dos dias no inicio é comum ele Chorar.
As necessidades básicas do filhote são simples:
Água limpa e fresca à vontade. Refeições regulares e frequentes com a ração de filhote no mesmo lugar e no mesmo horário todos os dias. Isso ajudará a estabelecer uma rotina que garantirá que as necessidades do filhote sejam supridas.
Durante esses primeiros dias brinquem com seu filhote frequentemente para acalmá-lo, mas mantenha sessões lúdicas breves, com brinquedos apropriados. Não leve seu filhote para passear ou se encontrar com outros cães até que ele tenha recebido todo o esquema de vacinação. Aguarde 30 dias para expor o filhote depois da ultima dose de vacina
Principalmente levar para Pet Shop pra tomar banho e clinicas veterinárias apenas nos dias de vacina pois é como um Hospital tem uma concentração muito grande de doenças Ok!
Vermifugação
A dose deve ser ajustada de acordo com o peso do filhote, costuma ser repetida uma vez por mês até que ele atinja seis meses de vida e, a partir daí, duas a quatro vezes por ano, dependendo da sua exposição ao ambiente externo.
O Canil Loucães Recomenda vermífugo Drontal Puppy ½ ml há cada 12 horas por dia durante 3 dias seguidos logo que o filhote chegue no seu novo lar...
Giárdia?
Giárdia em cães ou giardíase é uma doença bem rotineira em cães e você que tem um animalzinho provavelmente já se preocupou com essa verminose, que se trata de uma das principais doenças intestinais nos cães. Ela pode trazer fezes com sangue e diarreias.
Os animais se infectam ao ingerirem a giárdia na forma de cistos, geralmente encontrados na água, comida ou fezes, que são eliminados por animais doentes.
Como saber se meu cão tem giardíase?
O cão apresenta diarreia que pode se resolver sozinha ou se manter até ser tratada, elas pode ser de diferentes aspectos, além de fezes normais ou com presença de sangue, os cães podem apresentar ainda perda de peso e falta de apetite.
O tratamento
Aplicar 1/2 ml de Giardicid Suspensão há Cada 12 hrs (hás 8:00 manhã e  20:00 noite),Durante 5 dias seguidos!
Após a conclusão do tratamento, limpe cuidadosamente todas as áreas nas quais o cão defeca. Utilize uma solução de 30 medidas de água para uma de água sanitária para matar qualquer parasita resistente. Deixe a solução fazer efeito durante meia hora antes de enxaguar e de reintroduzir os cães ao ambiente. Jamais dê ao seu animal a quantidade maior do que a recomendada pelo especialista.
Banhos
Apenas dê banho em seu filhote a cada 2 semanas ou mais. Se eles cheirarem mal, use um perfume para cães e busque saber o que está causando o odor. Lavar mais do que isso pode ressecar a pele do cachorro e privar-lhe de importantes óleos do pelo.
Quando for dar o seu 1° Banho não se esqueça de colocar algodão em seus ouvidos e protegê-los para que não entre água recomendo usar sabão de coco para tirar o odor e depois shampoo para filhotes!
Secar bem o filhote é muito importante ele tem que ser enxugado com uma toalha e ser Seco com Secador... Após secar seu Pet use um algodão úmido com álcool e limpe seus ouvidinhos isso ajuda á não terem infecção no ouvido!

Para que serve o Pedigree? CBKC ou Sobraci é melhor?

Para que serve o pedigree?
O pedigree serve para assegurar a pureza da raça do cão ou gato, ele não fornece nenhuma informação sobre problemas de saúde e temperamento dos ancestrais do animal que podem vir a serem herdados.O pedigree lista os nomes registrados dos pais, avós, bisavós (etc.) do animalzinho. A maioria dos pedigrees tem de 3 a 5 gerações, sendo no mínimo necessário três. Outras informações podem ou não ser incluídas, tais como data de nascimento, cor, número de inscrição e títulos ganhos como os de obediência ou agilidade.

Informações específicas sobre os antepassados no pedigree do seu cão são especialmente úteis (e às vezes difíceis de encontrar). Saber quando os cães morreram, e do que, pode ajudar você a tomar melhores decisões sobre a saúde de seu bichinho.
O pedigree é considerado uma certidão de nascimento além de certificado de pureza racial. Nele ficam registrados o nome, data de nascimento, raça, cor, sexo além de toda a árvore genealógica e todos os títulos de campeão e similares que estes cães tenham conquistado.
Para o proprietário que adquire o cão, o pedigree se torna uma segurança, pois na ficha do animal também constam a Entidade Cinófila que o cadastrou, o cadastro do criador e todo seu histórico de criação. Além disso, todas as garantias passadas pelo criador e o certificado da Entidade são amparadas pelo Código de Defesa do Consumidor em caso de falsidade.
Finalmente, lembre-se que na hora de adquirir um filhote, é importante analisar qual é a melhor raça que se adapta ao seu estilo de vida e também o histórico do criador onde irá comprar seu filhote para evitar possíveis problemas futuros.
Vale lembrar que um animalzinho, mesmo sem pedigree, tem tanto valor quanto um animal com um pedigree elevado. O mais importante mesmo na hora de adotar um cão ou gato é estar ciente e aproveitar o máximo da companhia um do outro.

Entre a Opção do Órgão que vai emitir o Pedigree os dois são basicamente a mesma coisa.
Apesar da CBKC ter mais nome no mercado eu particularmente prefiro o da SOBRACI pois é mais bem feito!
Agora vai de você saber escolher bem o Canil ou Criador de onde irá compra seu Pet!

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Vendo Filhotes de Raça Yorkshire, Shihtzu, Lhasa Apso, Bulldog Frances, Maltes, Chihuahua e outros!


Lindos Filhotes de pequenas Raças 
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Giardia/Giardiáse Canina como Tratar?

GIARDÍASE CANINA   
 A Giardíase Canina é uma das causas mais comuns de problemas intestinais em cães e seres humanos. É uma doença causada por um protozoário flagelado, Giárdia lamblia que infecta o intestino delgado de cães e outros mamíferos, incluindo o homen. No mundo todo, cerca de 250 milhões de pessoas apresentam giardíase sintomática, estimando-se que ocorram 500.000 novos casos por ano. Como muitos animais, incluindo os de estimação (como cães e gatos), também são infectados por Giardia, eles podem tornar-se uma fonte da doença para humanos.
Em cães os principais sintomas são diarréias, vômito, depressão e perda de peso.
Uma vez instalada a doença, o animal fica mais suscetível a outras enfermidades mais graves e até fatais.
A infecção ocorre quando o animal ingere o cisto( forma em que o protozoário se encontra nas fezes), seja através do contato com outros animais como pela água e outros alimentos contaminados. É importante lembrar que os seres humanos também podem desenvolver a doença e, neste caso, hábitos de higiene e programas anuais de vacinação dos cães são fundamentais para a proteção de toda sua família.
O controle esta diretamente relacionado as Boas Práticas de higiene ambiental.
Os cistos de Giárdia sobrevivem no ambiente e, desta forma, são fonte de contaminação e principalmente reinfestação para os cães, sobretudo de canis.
A remoção imediata das fezes limitará a contaminação ambiental.
O s cistos são inativados pela maioria dos compostos de amônio quaternário, água sanitária, vapor e água fervente.
Os cistos contaminam também os pêlos dos cães, representando uma fonte de infecção, principalmente para as pessoas que tem um contato mais freqüente com seus animais.  
A giardíase é uma doença comum de cães, gatos e humanos, que freqüentemente é subestimada. É uma zoonose importante e é imperativo que tanto o animal de estimação quanto a família protejam-se da infecção.
O tratamento pode fornecer um controle eficaz, mas, em muitas situações, as reinfestações são comuns, devido à dificuldade em se eliminar a fonte de infecção do meio ambiente.
As taxas de infecção são altas nas áreas onde existem grandes populações de humanos e animais, devido a maior oportunidade de transmissão direta e indireta da enfermidade. A ingestão de somente 10 cistos é capaz de causar a infecção. A maior prevalência das infecções por Giárdia ocorre entre os indivíduos jovens, sem resistência imunológica, e que são mais suscetíveis à ingestão de material fecal.
As fontes de infecção mais comuns são água e fezes contaminadas. A transmissão fecal-oral de Giárdia é comum tanto em animais como em humanos; os animais em confinamento podem estar expostos a grandes quantidades de cistos infectantes no material fecal, o qual aumenta as possibilidades de transmissão da enfermidade.
Os trofozoítos  de Giárdia não sobrevivem no meio ambiente. No entanto, os cistos são resistentes a alguns fatores ambientais, como águas com baixa concentração de bactérias e contaminantes orgânicos, e suscetíveis a outros, como altas temperaturas. É considerada uma enfermidade emergente, devido à falta de métodos efetivos de controle em humanos e animais. Um dos principais problemas é a contaminação ambiental disseminada. A Giárdia com seu ciclo de vida simples e a capacidade de seus cistos de sobreviver no ambiente, tem permitido que a infecção se converta em uma das mais predominantes enfermidades parasitárias em muitas espécies de mamíferos. 
Sinais Clínicos   
Os sinais clínicos podem ser severos, mas uma grande parcela dos infectados pode permanecer assintomática, e os animais jovens são os que, mais freqüentemente desenvolvem os sintomas. Os sinais clínicos da giardíase incluem diarréia mal cheirosa aguda ou crônica, vômito, dor abdominal , desidratação, perda de peso ou redução do ganho do mesmo.
Não existem sinais característicos da giardíase, pois diversas enfermidades intestinais se assemelham a ela, como ocorre com as gastroenterites virais, as bacterianas e as causadas por outros parasitos.Também se assemelha às alergias de origem alimentar, à enfermidade da má-absorção, a gastroenterite induzida por fármacos e as enfermidades alérgicas. 
FEZES COM SANGUE E "CATARRO" AO REDOR


 Diagnóstico   
O método mais indicado, hoje, para a detecção de Giárdia nas fezes é a Flotação com Sulfato de zinco com centrifugação, um teste diagnóstico econômico e muito eficaz. Um fator importante é a necessidade de utilizar três amostras de fezes, coletadas em dias alternados, ao longo de uma semana. Isto porque a eliminação de cistos é intermitente, o que pode gerar resultados falso-negativos quando se utiliza uma única amostra. 
Tratamento  
Os agentes quimioterápicos  incluem os nitroimidazóis ( metronidazol, tinidazol), furadolizona, benzimidazóis (febendazol, albendazol), entre outros. Existem várias drogas que já foram testadas para o tratamento da giardíase, entre elas estão o Metronidazol, a Quinacrina, o Albendazol, o Fenbendazol e a Furazolidona . Dentre estas, o Metronidazol é a droga mais utilizada nos Estados Unidos para o tratamento da Giardíase.
O Metronidazol possui além de sua atividade como antiprotozoário, uma atividade como antibacteriano, atacando bactérias anaeróbias como Clostridium spp., Fusobacterium spp., Peptococcus spp. e Bacteroides spp. 3,13. A droga apresenta in vitro propriedades anti-inflamatórias e afeta a motilidade de neutrofilos, assim como alguns aspectos da imunidade celular. Acredita-se que estes fatos sejam parcialmente responsáveis pela melhora do quadro clínico, em especial, nos quadros de enterocolite.5
Raramente observa-se efeitos colaterais devido ao uso do Metronidazol, no entanto alguns animais poderão apresentar vômitos e diarréia. Por possuir efeito teratogênico, esta droga não deve ser utilizada em fêmeas prenhes.1 Em cães, as doses recomendadas são de 25mg/Kg via oral, duas vezes ao dia por 5 dias; e 12,5 a 25mg/Kg via oral, duas vezes ao dia por 5 dias, em gatos.13 O Metronidazol é igualmente vantajoso nos casos onde os tratamentos anteriores não funcionaram. Nestes casos, recomenda-se utilizar doses maiores de Metronidazol, por um período de tempo maior (50mg/Kg, V.O., BID, por 10 dias).6
Como foi mencionado anteriormente, a diarréia pode ser causada por infecções simultâneas por diferentes agentes enteropatogênicos. Deste modo torna-se interessante a associação de drogas ampliando o espectro de ação, como por exemplo a associação de Metronidazol com a Sulfadimetoxina. Com efeito, enquanto o Metronidazol atua preferencialmente contra Giardia, a Sulfadimetoxina age contra outros protozoários e bactérias patogênicas do trato gastrintestinal.3 Deste modo, a associação Metronidazol/Sulfadimetoxina representa um valioso instrumento terapêutico para o clínico.
Nós do Canil Loucães indicamos GIÁRDICIDE Solução é muito bom fácil de encontrar e tem uma melhora muito rápida para Filhotes 1/2 Ml há cada 12 horas e para mais indicações e pesos (Leia a Bula que explica certinho)
O tratamento deve ser restabelecido caso não ocorra resolução dos sintomas. Existe a grande probabilidade do animal persistir eliminando os cistos nas fezes, mesmo após tratamento.
O mais comum é que a base do tratamento da giardíase seja eliminar os sinais clínicos associados com a infecção. Nos animais, freqüentemente ocorre a reinfestação, se os cistos infectantes não são retirados do ambiente. Isto implica em uma limpeza e desinfecção profundas sempre que possível, além de assegurar que a água e o alimento não se contaminem com as fezes. 
Vacina  
Está provado que a vacina estimula o animal a resistir ao parasito, sendo uma solução efetiva em longo prazo para o controle desta enfermidade parasitária, já que a imunidade natural contra Giárdia é de curta duração. Mesmo que os tratamentos se mostrem eficazes, a reinfecção em animais é muito freqüente , devido à dificuldade de se eliminar os cistos infectantes do ambiente. Um animal vacinado, além de protegido contra giardíase, não representará mais uma fonte de infecção a outros animais .